Bioaumento com Bacillus
Cepas de Bacillus selecionadas que reforçam a biologia do seu efluente — digerem gorduras, reduzem a carga orgânica (DBO/DQO) e o lodo, sem produtos químicos.
Ver em detalhe →Além da engenharia de efluentes, a INBAC trabalha com duas tecnologias que tratam a água sem produtos químicos: o bioaumento com bactérias Bacillus e o tratamento físico Drag'eau DS‑I. Entenda o que cada uma faz — e o custo de operar sem elas.
Uma cuida da vida biológica do seu efluente; a outra protege a sua água de processo — menos insumos, menos risco e custo sob controle.
Cepas de Bacillus selecionadas que reforçam a biologia do seu efluente — digerem gorduras, reduzem a carga orgânica (DBO/DQO) e o lodo, sem produtos químicos.
Ver em detalhe →Ondas de ressonância que transformam o calcário incrustante (calcita) em aragonita, que não adere — protegendo torres de resfriamento e circuitos de água, sem produtos químicos.
Ver em detalhe →O que é — bioaumento: introduzimos cepas de Bacillus selecionadas que reforçam a comunidade microbiana já presente na sua ETE. Elas digerem gorduras e a matéria orgânica de difícil degradação, acelerando a depuração biológica da água, sem nenhum produto químico.
Reduzem a carga orgânica (DBO e DQO), digerem gorduras, óleos e graxas (FOG), diminuem a geração de lodo e eliminam odores de gás sulfídrico (H₂S) e amônia — melhorando a decantação e a estabilidade da ETE.
Estabilizam a ETE e ajudam a manter o lançamento dentro dos padrões da CONAMA 430/2011, com menos remoção de lodo, menos químicos e menos energia. Um sistema biológico equilibrado trata mais gastando menos.
Sem elas, a carga orgânica se acumula: lodo em excesso, odores que geram reclamações da vizinhança e chamam a atenção da fiscalização, lagoas saturadas e DBO/DQO acima do limite. O que era manutenção de rotina vira autuação, multa e risco de embargo da operação.
O que é — tecnologia física (não química) de origem francesa. Por efeito Vortex e ondas de ressonância de baixa frequência, o Drag'eau reorganiza os cristais de carbonato de cálcio da água — da calcita, que incrusta, para a aragonita, que não adere. Sem sal, sem químicos e sem eletricidade.
Protege torres de resfriamento e circuitos de água contra incrustação, corrosão e biofilme. A água volta a trocar calor com eficiência, dispensando biocidas e anti‑incrustantes. Equipamento em inox 316L, sem consumíveis nem manutenção.
Água de processo sob controle significa menos energia, menos paradas e equipamentos com vida útil maior — e nenhum químico descartado no meio ambiente.
Sem tratamento, a incrustação estrangula tubulações e compromete a troca térmica — poucos milímetros de crosta já elevam de forma expressiva o consumo de energia. Corrói equipamentos de alto valor, abriga bactérias no circuito e força paradas não programadas. É o custo invisível da água dura, que aparece todo mês na conta de energia e na manutenção.
Da análise laboratorial ao relatório mensal — projeto, conformidade e acompanhamento que sustentam as duas tecnologias na sua planta.
Concepção e dimensionamento de sistemas de tratamento sob medida para a sua planta.
Análises laboratoriais que caracterizam o efluente e calibram o tratamento com precisão.
Anotação de responsabilidade técnica e respaldo legal completo junto aos órgãos.
Rotina mensal de coletas, análises e relatórios que documenta a eficiência do sistema.
Polímeros orgânicos que elevam a clarificação do efluente e reduzem o consumo de insumos.
As duas tecnologias sem produtos químicos, aplicadas, instaladas e monitoradas pela engenharia da INBAC.
Descreva a sua planta e a engenharia da INBAC indica a tecnologia adequada — bioaumento, Drag'eau DS‑I ou ambos — com diagnóstico e proposta.
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