Bactérias deseutrofizantes
Bactérias selecionadas que consomem a carga orgânica e os nutrientes que poluem o seu efluente — acelerando o tratamento biológico, sem químicos.
Ver em detalhe →Além da engenharia de efluentes, a INBAC trabalha com duas tecnologias que tratam a água sem produtos químicos: as bactérias deseutrofizantes e o tratamento físico Drag'eau DS‑I. Veja o que cada uma faz — e a falta que faz na sua operação.
Uma cuida da vida biológica do seu efluente; a outra protege a sua água de processo. Juntas, mantêm a planta em conformidade e o custo sob controle.
Bactérias selecionadas que consomem a carga orgânica e os nutrientes que poluem o seu efluente — acelerando o tratamento biológico, sem químicos.
Ver em detalhe →Ondas de ressonância que transformam o calcário incrustante (calcita) em aragonita que não adere — protegendo torres, caldeiras e circuitos sem uma gota de químico.
Ver em detalhe →O que é — biotecnologia com bactérias selecionadas que se alimentam da matéria orgânica e dos nutrientes — nitrogênio e fósforo — que sobrecarregam o seu efluente. Elas aceleram a depuração biológica natural da água, sem nenhum produto químico.
Degradam a carga orgânica (DBO e DQO), reduzem a geração de lodo, eliminam odores de gás sulfídrico e amônia e controlam a eutrofização — o excesso de nutrientes que dispara a proliferação de algas e satura as lagoas de tratamento.
Mantêm a sua ETE estável e dentro dos padrões da CONAMA 430, com menos remoção de lodo, menos químicos e menos energia. Um sistema biológico equilibrado trata mais, gastando menos, e mantém o efluente dentro dos padrões exigidos pela fiscalização.
Sem elas, a carga orgânica se acumula: lodo em excesso, mau cheiro que incomoda a vizinhança e a fiscalização, lagoas saturadas e DBO/DQO acima do limite. O que era manutenção de rotina vira autuação, multa e risco de embargo da operação.
O que é — tecnologia física (não química) de origem francesa. Por efeito Vortex e ondas de ressonância de baixa frequência, o Drag'eau reorganiza os cristais de carbonato de cálcio da água — da calcita, que incrusta, para a aragonita, que não adere. Sem sal, sem químicos e sem eletricidade.
Protege torres de resfriamento, caldeiras e circuitos de água contra incrustação, corrosão e biofilme. A água volta a trocar calor com eficiência, dispensando biocidas e anti‑incrustantes. Equipamento em inox 316L, sem consumíveis nem manutenção.
Água de processo sob controle significa menos energia, menos paradas e equipamentos com vida útil maior — com conformidade ambiental e sem nenhum químico descartado no meio ambiente.
Sem tratamento, a incrustação estrangula tubulações e derruba a troca térmica — poucos milímetros de crosta já elevam de forma expressiva o consumo de energia. Corrói equipamentos caros, abriga bactérias no circuito e força paradas não programadas. É o custo invisível da água dura, que aparece todo mês na conta de energia e na manutenção.
Do laboratório ao relatório mensal — projeto, conformidade e acompanhamento que sustentam as duas tecnologias na sua planta.
Concepção e dimensionamento de sistemas de tratamento sob medida para a sua planta.
Análises em laboratório para caracterizar o efluente e calibrar o tratamento com precisão.
Anotação de responsabilidade técnica e respaldo legal completo junto aos órgãos.
Coletas e relatórios mensais que comprovam a eficiência e a conformidade do sistema.
Polímeros orgânicos que elevam a clarificação do efluente e reduzem o consumo de insumos.
As duas tecnologias sem química, aplicadas, instaladas e monitoradas pela engenharia da INBAC.
Conte sobre a sua operação e nossa engenharia indica a tecnologia certa — bactérias, Drag'eau DS‑I ou as duas — com diagnóstico e proposta sob medida.